terça-feira, 25 de novembro de 2008

Pra dias de pinheiro fajuto

Entre bobices e gracejos
Fiz do meu o seu também.
Quem diria que de um começo tão torto
Surgiria um carinho tão meigo
Cheio de pode ser e horas aquém.

Nasce um dia
E o meu cantinho é com você.
Deita a chuva
E no meu carro tem um b.
Dorme a noite
Quando ainda hei de te ver.

Com nossos risos, abraço o bom de mim,
Noto o quanto o tempo é relativo e
Como uso meus pronomes possessivos,
Ou seja, tudo sobre meu egoísmo.

Engraçado é perceber quão rápido
Um tornou-se dois
Mas que lentidão
De dois jungirem-se em um.

Sem versos finais,
Fica a ser escrito todo o nosso,
que seja ou não permitido.
Mas que por linhas nada racionais há de vir.

Que o pode ser seja sim.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

procuram-se lugares públicos

óh, melhores dias!

tirando o fato de ter uma monografia que não me deixa, ando em dias de festa... e não sei pq, mas nesse tempo ameno e agradável não escrevo tão bem ou não gosto tanto do que ameaço no papel. será que sou mais inteligente quando solteira? será que tenho tendência suícida e prefiro o mórbido ao aprazível? ou será que acho outras coisas mais interessantes a escrever?

bem possível que seja uma combinação desses três elementos e que ainda tenha coisas mais. o fato é que desde o dia em que descobri que minha memória é mais fraca do que eu já sabia, ando mais mais... mais "de boa". conhecer uma "gente" grunge fedida tá me fazendo bem, um bem meio perigoso que disputa tempo com minha vida acadêmica. a grunge é um bem corrosivo, só pra fazer jus ao estilo, né? deve ser...

foi-se também meu aniversário, recebi visitas, ligações, atenções e tudo mais que me fez inflar o ego. acho bom fazer anos e nunca vivi o tal do inferno astral!

passou também uma pergunta que recebeu um mero "pode ser" como resposta. passou um churrasco regado por litros de chope, tequila, vodka e afins... a festa foi tão louca que meu lenço adorou e resolveu ficar por lá... ou alguém fez questão de ficar com ele...

enfim, é por aí... eu realmente escrevo melhor quando sozinha. a burrice da grunge tá acumulando com a minha. rs.